Infraestrutura financeira
BaaS e Tokenização
Quatro casos de infraestrutura financeira moderna: revenue sharing de BaaS pelo lado do banco licenciado e da marca, custo de funding tokenizado e liquidação atômica (DvP, T+0).
Cenários de Análise
S7.1 · Banco Trilho S.A. · ~20 min
BaaS: revenue sharing e o break-even do banco licenciado
O Banco Trilho fornece a infraestrutura bancária (licença, conta, cartão, crédito) para a marca VarejoX. Como a economia de cada conta se divide entre os dois — e a partir de quantas contas o banco cobre seus custos?
S7.2 · VarejoX (marca) · ~20 min
Embedded finance: o ganho da marca ao embarcar finanças
A VarejoX (a mesma marca do S7.1) embute conta, wallet e crédito no seu app. Quanto isso adiciona à receita — e de onde vem o ganho: do produto financeiro em si ou do efeito no funil core?
S7.3 · AgroNova S.A. · ~24 min
Tokenização de recebíveis: o custo de funding
A AgroNova precisa antecipar R$ 50 mi de recebíveis de 180 dias. Antecipação bancária, FIDC ou tokenização? Sua tarefa: precificar a rota tokenizada, entender por que a taxa exigida cai e medir a economia.
S7.4 · Tesouraria Mérito · ~24 min
Liquidação atômica: liberar liquidez e zerar risco de liquidação
A Tesouraria Mérito liquida R$ 200 mi/dia em T+2. Uma plataforma de razão tokenizada permite liquidação atômica (DvP, T+0). Sua tarefa: medir a liquidez travada, entender por que o atômico elimina o risco de liquidação e quantificar o ganho.